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  • Rafael S. de Oliveira

TODO PODER EMANA DO POVO


A política e o político. O povo não pode mais se contentar em ser mero coadjuvante no desenrolar da história política democrática de nosso país. O povo quer e deve ser o único protagonista da história, que tem como objetivo edificar a sociedade. A sociedade é o povo, e esse povo não precisa de um salvador, mas de representantes políticos que pensem no coletivo social. Não vivemos mais sob um regime absolutista que míngua o direito individual e coletivo, mas em uma democracia plena, realidade ao alcance de todas as pessoas. Não pode haver espaço para intermediações espúrias daqueles que querem transformar os anseios populares em meio de lucro fácil. Somos o Poder dentro dessa Nação. Somente o povo é quem deve estar na defesa da participação popular ampla, no processo democrático, então, pois se faça cumprir a Constituição da República Federativa do Brasil; proclame em alto e bom som a máxima “TODO PODER EMANA DO POVO”.


Essa máxima somente será cumprida quando os representantes da política brasileira passar a entender que eles devem ser o povo, não alguém a parte da sociedade, com algum privilégio. Não! Eles não podem ter privilégios. O político que diz exercer seu mandato em nome do povo está se distanciando desse povo. Nós somos o povo! A luta, antes de tudo, não pode ser a luta de um, mas da coletividade, da maioria; é a luta de todos os cidadãos anônimos que vivem, no seu dia a dia com a adversidade. É necessário minar as idéias associadas à corrupção as facilitações, sendo que as idéias só se transformam com o tempo, mas ao insistir nessa transformação haverá um futuro melhor para nossos filhos e netos. É por essa razão que é chegado o tempo do poder retornar a quem realmente tem compromisso com os anseios populares, que é ninguém mais que o próprio povo. Há uma expressiva necessidade de mais retorno dos poderes públicos à sociedade.


Mesmo que não seja da competência de um ou outro Poder da União, é inegável que este Poder deve e pode agir de forma exemplar para garantir as conquistas à sociedade que representa. Propondo sempre o diálogo, o debate construtivo do povo com o povo, na reconstrução de uma sociedade que se vê a margem da dignidade e que não merece o que vivencia hoje. Por isso a mudança da cultura deve ser uma busca sem precedentes, visando à valorização de nossa política pública. Quando o povo brada por uma mudança, os seus representantes têm o dever de escutá-lo. Afinal, somos parte integrante de uma população que anseia por mudanças.


Mudança de costumes, de hábitos! Se o político quer realmente fazer a diferença, então desça do palanque e tenha face a face com a população que fica não chão, que possui ciência dos problemas e traz a solução. Desta forma, o político deve ser a ferramenta social que tem a obrigação de promover o bem estar de uma sociedade, dando condições para que a população viva bem e assim, não seja o relato póstumo de uma história que conta apenas as tragédias da atualidade, por deixar uma sociedade desestruturada e inoperante diante dos problemas futuros.


Assinado por:


Paulo Generoso - Presidente da APAE - Cotia (Associação de Pais e Amigos do Excepcionais). advogado de formação pela Faculdade São Roque.


Editado por:


Rafael S. de Oliveira – Mórmon/SUD – Com oficio de Elder e Especialista de Bem-Estar, membro da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Vice-Presidente – O Observatório: Associação de Controle Social e Políticas Públicas da Zona Oeste de SP (mandato 2020-2023). Técnico em Políticas Públicas pelo PSDB (Partido da Social Democracia do Brasil), Engenheiro e ex-gestor por 3 grandes empresas (Luft Logistics, IGO SP e TCI BPO). Apresentador e Produtor pela Rádio Meteleco.Net (Programa Garimpo) e Colunista e Editor pelo Jornal Cotia Agora (Caderno de Música, Discos, Experiências e Cultura).

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