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  • Taylan Gusmão

ÍNDICE DE EMPREGOS GERADOS



"Acredito que o melhor programa social é um emprego" (Ronald Reagan).


Quem já não ouviu essa tão famosa frase citada pelo ex presidente conservador norte americano?


Algo que sempre se insere nos debates - seja de "especialistas", políticos e até mesmo nas discussões de "bar" do "seu zé e seu joão" -, e qual deveria ser o programa social, o tipo de assistencialismo que o estado deveria criar para melhorar a vida das pessoas: bolsa família, bolsa estudante, passe livre, bolsa combustível e afins.


Agora, vamos "apertar o pause' nesse assunto para analisarmos os dados estatísticos divulgados pelo Jornal Cotia Agora, na matéria publicada pela editora Erica Celestino em 29 de Janeiro de 2020 que, por sua vez, se baseou em dados oficiais do Ministério do Trabalho, no que diz respeito a geração de empregos em Cotia no ano de 2019.


Segundo a supracitada matéria, as cidades da região Oeste fecharam 2019 com o melhor saldo de geração de empregos dos últimos 6 anos. Foram 12,1 mil postos com carteira assinada abertos pela indústria e comércio, construção civil e administração publica, o setor de serviços obteve destaque, 382.525 novos postos de empregos gerados, aumento real nos salários, com alta de 0,63%, descontado inflação, todo esse saldo positivo somados são muito bons comparados a 2018 (quase o dobro - 6.430 vagas e em 2014 - último saldo positivo na geração de empregos 11.990).


No período de 2015 à 2017 a média de empregos perdidos foram +30 mil vagas segundo dados do Caged - Cadastro Geral de Empregados e Desempregados da Secretaria Nacional do Emprego. Já no ano de 2019 cidades como Barueri geraram mais de 7.456 novos empregos, seguido por Osasco com 1.303, Santana de Parnaíba com 1.276 e Cotia com 1.168.


Observa-se que o divisor de águas dessa onda de melhorias é justamente o ano de 2019, quando o novo governo federal eleito no final de 2018, começou a atuar.


Agora, "apertemos o play" no assunto que até então havia sido "pausado",


O governo do agora presidente da republica federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, foi eleito sob o prisma de atender a algumas agendas, entre elas, o conservadorismo, nacionalismo e a do "livre mercado", esta ultima, que o ministro da economia Paulo Guedes tem feito jus a sua fama.


Priorizando a criação de empregos e aquecimento da economia, o presidente juntamente com seus ministros têm "desinchado" o estado, reduzindo ministérios, fazendo cortes de despesas orçamentários, reduzindo tributos, burocracias e fazendo acordos internacionais estratégicos para atrair investimentos externos, com isso, atingimos a menor taxa de juros das ultimas décadas e a bolsa batendo recordes atrás de recordes.


Frisa-se que estamos apenas no segundo ano de governo, e para consertar décadas de "erros" de governos anteriores não é da noite para o dia, mas os citados indicies ´já indicam que estamos no caminho certo e que, nos próximos anos, a população irá sentir com mais afinco os efeitos dessas melhorias que, como já visto, até mesmo nos municípios mais distantes de Brasilia, como os da região oeste do estado de São Paulo, o que inclui Cotia.


Por isso, não podemos deixar de analisar a história e chegar a conclusão de que, mais prudente que esperar por "milagres" econômicos através "grandes" ideias intervencionistas de algum burocrata estatal, com suas leis, programas de distribuição de renda e afins, é olharmos com carinho para a boa e clássica "mão invisível" do mercado, cujas nações como EUA, Singapura, Coreia do Sul e muitas outras, têm priorizado e dado certo ao redor do mundo.

Assinado por:


Taylan Gusmão - Graduado pela Universidade São Judas Tadeu, Líder do Movimento Direita Cotia, Colunista e Editor do Blog O Observatório.

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